6 elementos fundamentais para uma tradução de qualidade

post_it_picQualidade é uma palavra muito relativa. Um serviço de qualidade para uns pode não ter o mesmo apreço por outros. Em termos de serviço, tudo vai depender do ramo em questão e da aplicabilidade.
Agora falando especificamente a respeito de serviços de traduções, quando é possível dizer que há qualidade?
Considerando documentos destinados a publicações – tais como as acadêmicas, científicas, empresariais e públicas – ou a qualquer outro fim que exija formalidade, pode-se dizer que a qualidade da tradução está diretamente relacionada a esses 6 elementos:

1.Prazo: a agência cumpriu com o prazo definido?

Logicamente, esse é o critério mais básico. A demora excessiva que extrapola os prazos torna o documento final ineficaz ou, até mesmo, inútil. Por outro lado, é importante considerar que traduções muito rápidas geralmente não recebem o devido cuidado e acabam não sendo realizadas da melhor forma possível.

2.Fluência: o tradutor é nativo?

Não adianta argumentar, a verdade é que há enormes diferenças entre o tradutor nativo e o que é apenas fluente no idioma desejado. Os nativos saberão como ninguém as melhores expressões a serem escolhidas, as diferenças entre os sinônimos e, o mais importante, o primeiro impacto que cada palavra causará no leitor.

3.Competência: o tradutor possui formação e experiência relevante?

Não há como comparar um tradutor com experiência e formado com outro que não possua tais qualificações. A formação ensina técnicas comprovadamente eficazes que o profissional talvez nunca aprenderia sozinho. A experiência, por outro lado, faz com que o tradutor crie naturalmente um banco de dados com expressões eficientemente traduzidas, além de desenvolver maiores habilidades no relacionamento com o cliente.

4.Especialização: o tradutor possui conhecimentos específicos sobre o assunto do documento a ser traduzido?

A especialização faz toda a diferença, principalmente em textos técnicos. Imagine, por exemplo, se o texto em questão envolve assuntos complexos na área médica ou de engenharia. Um leigo nessas áreas certamente terá bastante dificuldade para encontrar os termos mais utilizados, o que pode comprometer a qualidade da tradução.

5.Revisão: a tradução foi revisada por uma segunda ou até terceira pessoa?

Errar é humano e é difícil reconhecer os próprios erros. Essa frase, por si só, já justifica a necessidade de incluir uma segunda pessoa para revisar o documento traduzido. Para garantir níveis dignos de perfeição, no entanto, algumas empresas incluem uma terceira pessoa (editor nativo), especialista no tema em questão. Esse é o caso da Tradução Acadêmica e Científica da Ulatus, por exemplo.

6.Adequação às necessidades específicas: a tradução ficou do jeito que eu queria?

Essa parte é mais com você do que com o tradutor. O cliente tem uma participação fundamental no processo de tradução. Ele precisa determinar claramente quem é o público alvo, onde e quando o texto traduzido será utilizado e quais são os objetivos esperados. Com essas informações em mãos, os tradutores poderão trabalhar de uma forma muito mais direcionada.

O cliente também precisa garantir que o texto original foi preparado com antecedência suficiente, que está bem escrito e em condições adequadas para compreensão – caso seja um documento impresso ou manuscrito.

Pode-se concluir, então, que uma tradução de qualidade está diretamente relacionada à escolha de uma empresa de tradução bem preparada e à colaboração do cliente para com os tradutores. Pense nisso quando for contratar o seu próximo serviço tradução!

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Johnb630

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