Os benefícios de fazer uma pós-graduação no exterior

17 June 2016  |  Postado em Dicas para Autores, Mundo Editorial Científico, O Mundo Acadêmico   |  Sem Comentário  |  Faça um Comentário

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O número de brasileiros que buscam por programas de bolsa de estudo e pós-graduação no exterior vem aumentando. Isso se deve, principalmente, após o aumento da oferta de programas do governo nacional de financiamento de pesquisa para os estudantes de graduação e pós-graduação (MBA, mestrado, doutorado e pós-doutorado) que desejam obter uma experiência acadêmica fora do país. Mas, você já se perguntou o motivo para tanto investimento neste sentido? E, por que muitos nutrem o sonho de estudar fora do Brasil? Acredite, os benefícios são diversos, tanto para os agraciados quanto para o país que irá receber os estudantes

Acesso ao conhecimento de ponta
Uma das principais razões para o governo brasileiro destinar recursos para investir em programas de bolsa de estudo no exterior está na carência de profissionais qualificados em determinadas áreas de conhecimento, principalmente, aquelas ligadas à tecnologia e engenharias.

O financiamento de pesquisa nessas áreas, por meio de bolsas de pesquisa, permite que os estudantes e pesquisadores brasileiros se qualifiquem em intuições de ensino que produzam conhecimento de ponta nas mais distintas áreas de conhecimento. Suprindo, não apenas, a carência de mão de obra do  país, mas também oferecendo aos beneficiados com uma bolsa de estudo no exterior, que é uma oportunidade única de se tornar um profissional melhor qualificado e com um grande diferencial no mercado de trabalho, independente do seguimento de atuação escolhido.

Além disso, estudar no exterior permite aos estudantes e pesquisadores brasileiros entrar em contato direto com os pesquisadores

Networking internacional
Além de entrar em contato com os produtores de conhecimento de ponta, os pesquisadores brasileiros que passam algum tempo estudando no exterior têm a oportunidade de aperfeiçoar a fluência em uma língua estrangeira e aventurar-se mais a publicar em periódicos internacionais. Traduzir os próprios resultados de pesquisas para línguas de maior imersão no contexto internacional – como o inglês, espanhol ou francês – e publicá-la em periódicos de renome internacional é um importante passo para dar maior visibilidade ao próprio trabalho.

Além disso, o contato direto com pesquisadores estrangeiros que possuam interesses de pesquisa comuns pode também abrir novas portas para pesquisadores brasileiros durante a estadia no exterior, como publicações coletivas e parcerias em projetos de pesquisa. Por fim, a presença em grandes centros de pesquisa fora do país permite que os pesquisadores brasileiros também tenham a oportunidade de frequentar importantes eventos de porte internacional em suas áreas de atuação, nos quais terão a chance de expor seu trabalho e contribuir para que sua pesquisa seja mais reconhecida.

Perfil mais dinâmico e eclético
Uma estadia trabalhando ou estudando no exterior conta muitos pontos no currículo de qualquer profissional, e não é para menos: adaptar-se a outro contexto cultural em pouco tempo e conseguir transitar nele é um grande desafio. Aqueles que o superam, desenvolvem habilidades muito apreciadas por seus futuros empregadores. Isso porque os desafios de estudar fora do país vão muito além de conseguir o suporte para pesquisa

Novos horizontes
Já pensou em trabalhar no exterior? Se esta ideia faz parte dos seus planos, estudar fora pode ser uma excelente oportunidade para concretizá-lo. Ao sair do país para estudar, você terá a oportunidade de conhecer melhor o mercado de trabalho do país destino e, dependendo do tipo de bolsa que obtenha, poderá conseguir um visto temporário de trabalho o que pode ser a sua porta de entrada no mercado em outro país. Para aqueles que desejam dedicar-se à pesquisa acadêmica, poderão aproveitar a estadia no exterior para verificar suas chances de imersão no mercado de ensino e pesquisa de outros países e também poderão tentar uma vaga como docentes no período da sua estadia – seja de forma remunerada ou não. Outra opção é fazer contatos para conhecer melhor suas chances de conseguir o suporte para pesquisa

 

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